O PREÇO DO AMOR

Uma tarde, um menino aproximou-se de sua mãe, que preparava o jantar e lhe entregou um papel com algo escrito. A mãe secou as mãos, tirou o avental, sentou-se e começou a ler:

- por cortar a grama do jardim: R$ 3,00
- por limpar meu quarto: R$ 2,00
- por cuidar do meu irmãozinho: R$ 2,00
- por ter um boletim com boas notas: R$ 3,00
- TOTAL DA DIVIDA: R$ 10,00


A mãe olhou para o menino que a fitava cheio de expectativas. Finalmente, pegou um lápis e começou a escrever:

- por te carregar nove meses no meu ventre: nada.
- pelas noites sem dormir, a cuidar e orar por você: nada.
- pela comida sempre prontinha, pelas roupas lavadas e passadas: nada.
- por levar-te à escola e ajudar nas tarefas: nada.
- pelo medo e preocupação que me esperam: nada.
- CUSTO TOTAL DO MEU AMOR: NADA.


Quando o menino terminou de ler o que a mãe havia escrito tinhas os olhos cheios de lagrimas, olhou para ela, e disse:
Eu te amo mamãe! Logo após pegou o lápis e escreveu com letra bem grande: totalmente pago!

MÃINHA

MÃINHA
Mãe: Palavra pequena, mas com um significado infinito, pois quer dizer amor, dedicação, renúncia a si própria, força e sabedoria. Ser mãe não é só dar a luz e sim, participar da vida dos seus frutos gerados ou criados. Obrigado por termos você.

A Criança que eu nunca deixei de ser

A Criança que eu nunca deixei de ser
Lembranças quantas lembranças De meus tempos de criança Bolinha de gude, Pipa... Passa anel! Vamos brincar de passa anel? Quem sabe em tua mão fica E entendes que nesse anel está todo o mel... O mel do amor, O meu amor criança. Beijo, abraçõ ou aperto de mão! Não será esta a melhor opção? Podes me dar um beijo Acalmando meu desejo Podes me dar um abraço

terça-feira, 11 de maio de 2010

o menino azul



O Menino Azul
O menino quer um burrinho
para passear.
Um burrinho manso,
que não corra nem pule,
mas que saiba conversar.
O menino quer um burrinho
que saiba dizer
o nome dos rios,
das montanhas, das flores,
— de tudo o que aparecer.
O menino quer um burrinho
que saiba inventar histórias bonitas
com pessoas e bichos
e com barquinhos no mar.
E os dois sairão pelo mundo
que é como um jardim
apenas mais largo
e talvez mais comprido
e que não tenha fim.
(Quem souber de um burrinho desses,
pode escrever
para a Ruas das Casas,
Número das Portas,
ao Menino Azul que não sabe ler.)

"Perguntaram a uma menina onde era sua casa e ela respondeu: "É onde está minha mãe!"

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