O PREÇO DO AMOR

Uma tarde, um menino aproximou-se de sua mãe, que preparava o jantar e lhe entregou um papel com algo escrito. A mãe secou as mãos, tirou o avental, sentou-se e começou a ler:

- por cortar a grama do jardim: R$ 3,00
- por limpar meu quarto: R$ 2,00
- por cuidar do meu irmãozinho: R$ 2,00
- por ter um boletim com boas notas: R$ 3,00
- TOTAL DA DIVIDA: R$ 10,00


A mãe olhou para o menino que a fitava cheio de expectativas. Finalmente, pegou um lápis e começou a escrever:

- por te carregar nove meses no meu ventre: nada.
- pelas noites sem dormir, a cuidar e orar por você: nada.
- pela comida sempre prontinha, pelas roupas lavadas e passadas: nada.
- por levar-te à escola e ajudar nas tarefas: nada.
- pelo medo e preocupação que me esperam: nada.
- CUSTO TOTAL DO MEU AMOR: NADA.


Quando o menino terminou de ler o que a mãe havia escrito tinhas os olhos cheios de lagrimas, olhou para ela, e disse:
Eu te amo mamãe! Logo após pegou o lápis e escreveu com letra bem grande: totalmente pago!

MÃINHA

MÃINHA
Mãe: Palavra pequena, mas com um significado infinito, pois quer dizer amor, dedicação, renúncia a si própria, força e sabedoria. Ser mãe não é só dar a luz e sim, participar da vida dos seus frutos gerados ou criados. Obrigado por termos você.

A Criança que eu nunca deixei de ser

A Criança que eu nunca deixei de ser
Lembranças quantas lembranças De meus tempos de criança Bolinha de gude, Pipa... Passa anel! Vamos brincar de passa anel? Quem sabe em tua mão fica E entendes que nesse anel está todo o mel... O mel do amor, O meu amor criança. Beijo, abraçõ ou aperto de mão! Não será esta a melhor opção? Podes me dar um beijo Acalmando meu desejo Podes me dar um abraço

sábado, 24 de abril de 2010

Curiosidades



DIA DO GOLEIRO




País comemora dia 26 de abril, o Dia do Goleiro, criado há 30 anos para homenagear aqueles que desafiam a lógica dos gramados

Eles passam o ano todo sendo desafiados pelos atacantes, xingados pelos torcedores, chamados de ‘frangueiros’, ‘braço curto’, ‘mão de pau’ e outras atribuições depreciativas. Mas o que seria do futebol se não fossem os goleiros? Idolatrados a cada defesa e execrados a cada falha, os donos da camisa 1 – considerados os anti-heróis do futebol por entrarem em campo para impedir o torcedor de ver o que mais gosta, o gol – vão poder, pelo menos por um dia, ser tratados como reis. É que na próxima quarta-feira, dia 26 de abril, o Brasil comemora o Dia do Goleiro.
“A idéia de se criar o Dia do Goleiro foi do tenente Raul Carlesso e do capitão Reginaldo Pontes Bielinski, professores da Escola de Educação Física do Exército do Rio de Janeiro, e surgiu na metade dos anos 70”, relata o jornalista Paulo Guilherme, autor do livro Goleiros – Heróis e anti-heróis da camisa 1, novo lançamento da editora Alameda Casa Editorial. Carlesso foi um dos precursores do trabalho de preparação de goleiros no Brasil. O tema entrou na pauta da Seleção Brasileira na preparação para a Copa do Mundo de 1970, quando o preparador físico Admildo Chirol levou para a concentração fotos e filmes de treinamentos de goleiros da Alemanha e da Iugoslávia.
Nos anos seguintes, Carlesso desenvolveu um método de fundamentos que ajudou na formação de diversos arqueiros brasileiros e foi o primeiro preparador de goleiros a ser inserido na Comissão Técnica da Seleção Brasileira em uma Copa do Mundo, no Mundial da Alemanha de 1974. “Diante do sucesso do método e da evolução dos goleiros no Brasil decidimos criar o Dia do Goleiro para homenagear todos os atletas dessa posição”, conta Bielinski, que desenvolveu vários estudos com Carlesso – este morreu em um acidente de carro no final dos anos 80.
Uma festa reunindo goleiros, ex-goleiros e pessoas ligadas ao futebol, no Rio, celebrou o primeiro Dia do Goleiro, em 14 de abril de 1975. Mas, a partir de 1976, definiu-se como o dia “oficial” a data de 26 de abril, em uma homenagem ao goleiro Manga, que na época era o campeão brasileiro pelo Internacional.
“Nos anos 70, o goleiro brasileiro era pouco respeitado tanto lá fora quanto aqui mesmo no Brasil”, afirma Paulo Guilherme. “Hoje, três décadas depois, os goleiros celebram uma nova era, conquistando espaço em grandes clubes da Europa, arrastando milhares de fãs para os estádios e lançando moda nos uniformes".

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